sábado, 25 de agosto de 2007

Portugal - Lisboa - Teatro Politeama

Portugal - Lisboa - Teatro Nacional D.ª Maria II

Portugal - Lisboa - Sede do Benfica (portas de Sto Antão)

Portugal - Lisboa - Praça dos Restauradores


Portugal - Lisboa - Ruínas do Convento da Ordem do Carmo

Portugal - Lisboa - Rua Augusta

Portugal - Lisboa - Palácio Foz

Portugal - Lisboa - Castelo de S. Jorge

Portugal - Lisboa - Praça da Figueira - Monumento a D. João I



O monumento erguido em homenagem do rei D. João I é composto pela estátua equestre, em bronze, do monarca, assente sobre um pedestal, em pedra, e tem 6,5 metros de altura. 
O projeto do monumento é da autoria do arquiteto José Segurado  e a estátua de Leopoldo de Almeida, 
Foi inaugurado, em 30 de dezembro de 1971, 
Está localizado na Praça da Figueira.

D. João I nasceu em 1357 e faleceu em 1433. Subiu ao trono ao trono português, por vontade popular, após a morte do rei D. Fernando, em 1383, tendo sido aclamado rei nas Cortes de Coimbra, em 1385.
Foi o fundador da Dinastia de Aviz. 

Outras obras de Leopoldo de Almeida neste blogue:
Coimbra - Minerva ladeada pela Matemática e pelas Ciências Naturais

Portugal - Lisboa - Confeitaria Nacional


A Confeitaria Nacional é a mais antiga confeitaria da baixa lisboeta. Fundada em 1829, por Baltazar Roiz Castanheiro, pertence à mesma família há cinco gerações e foi premiada em várias exposições internacionais, tanto pela doçaria tradicional portuguesa, como pelas inovações criadas ao longo dos tempos. Uma delas é a receita do Bolo Rei (um segredo bem guardado) trazida para Portugal pelo filho do fundador em meados do Séc XIX. Fica junto à praça da Figueira.

Portugal - Lisboa - Ateneu Comercial de Lisboa


Portugal - Lisboa - Igreja de S. Luís dos Franceses


Portugal - Lisboa - Monumento de D. Pedro IV


A estátua de bronze é da autoria de Elias Robert e o pedestal foi realizado por Germano José de Salles, 
Na base do pedestal, encontram-se quatro figuras femininas, a Justiça, a Prudência, a Fortaleza e a Moderação, estas representam as qualidades atribuídas ao Rei-Soldado. 
O monumento tem 27,5 metros de altura. É composto por uma base, um pedestal em mármore de Montes Claros, uma coluna em pedra lioz de Pêro Pinheiro e uma estátua em bronze. 
O monumento está localizado no centro da praça D. Pedro IV (Rossio).
Foi inaugurado em 1870.

D. Pedro IV foi vigésimo-oitavo rei de Portugal e primeiro imperador do Brasil independente, 

Portugal - Lisboa - Praça de D. Pedro IV - Rossio

Portugal - Lisboa - Igreja de S. Domingos

A Igreja de São Domingos, do Convento de São Domingos, foi construída no século XIII, tendo a sua primeira pedra sido lançada em 1241. O terramoto de 1755, derrubou-a por completo, Tendo ficado de pé apenas a capela-mor, que havia sido alvo de obras em 1748, dirigidas pelo arquitecto João Frederico Ludovice. Após o terramoto, a igreja acabou por ser reconstruída. O portal veio da capela real do Palácio da Ribeira assim como, a sacada que encima o mesmo. Em 1959, um violento incêndio destruiu por completo a decoração interior da igreja, onde constavam altares em talha dourada, imagens valiosas e pinturas. A igreja recebeu obras e reabriu ao público em 1994, sem esconder as marcas do incêndio, como as colunas rachadas. Ainda que destruída, é uma igreja que sobressai pela policromia dos seus mármores.
Expõe metade do lenço usado por Lúcia, no dia 13 de Outubro de 1917 (a outra metade encontra-se no Santuário de Nossa Senhora de Fátima, em Fátima) e ainda o terço usado por Jacinta no mesmo dia.
É uma igreja barroca, de planta em cruz latina, tem uma fachada muito simples. Tem uma só nave. O estilo maneirista pode ser visto na sacristia e na portaria, e ainda nos túmulos e lambris de azulejos de ponta de diamante na sacristia. Esta igreja tem uma cripta abobadada e dotada de lambris de azulejos. Podemos aqui encontrar o túmulo de D. João de Castro, capelão de D. João.

Portugal - Oeiras - Forte de São Bruno

O Forte de São Bruno de Caxias localiza-se na confluência da ribeira de Barcarena com o rio Tejo. Foi edificado no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, e era parte integrante da linha de fortificações da barra do Tejo, que se estendia do cabo da Roca até à Torre de Belém.
Cruzava fogos com o Forte de Nossa Senhora do Vale (a Leste) e Forte de Nossa Senhora de Porto Salvo (a Oeste).

Portugal - Oeiras - Forte da Giribita ou de Nossa Senhora de Porto Salvo

O Forte de Nossa Senhora de Porto Salvo, também conhecido como Forte da Giribita ou Forte da Ponta do Guincho, localiza-se na margem direita do rio Tejo, sobre uma ponta rochosa entre as freguesias de Paço de Arcos e Caxias. É um pequeno forte marítimo, de estilo barroco, destinado a reforçar a defesa da barra do rio Tejo, coadjuvando a defesa proporcionada pelo Forte de São Julião da Barra. Apresenta planta no formato pentagonal irregular orgânico (adaptada ao terreno), em diferentes cotas. Ao centro do muro norte abre-se o Portão Monumental em verga reta, com moldura também de cantaria, encimado por placa epigráfica de pedra onde se inscrevem a data de fundação (1649) e as armas reais. Duas guaritas circulares encimadas por cúpulas, articulam-se por um muro.

Portugal - Oeiras - Forte do Areeiro ou de Santo Amaro

O Forte de Santo Amaro do Areeiro, também denominado como Forte de Santo Amaro do rio de Oeiras, Forte Velho ou Forte do Areeiro é uma pequena fortificação marítima de traçado abaluartado, em estilo maneirista e localiza-se em posição dominante a Oeste da praia de Santo Amaro. Sobre o portão principal localiza-se uma lápide epigráfica encimada pelas armas reais que informa a conclusão das suas obras de reedificação, com a data de 1659. O forte foi construído em alvenaria.

Portugal - Oeiras - Torre do Bugio ou Fortaleza de São Lourenço da Cabeça Seca

O Forte de São Lourenço do Bugio, também conhecido como Forte de São Lourenço da Cabeça Seca ou simplesmente Torre do Bugio, localiza-se a meio das águas da foz do rio Tejo.
O local onde se ergue é um banco de areia formado pelo assoreamento da foz do rio, fruto da dinâmica da confluência das águas do Tejo com as do oceano Atlântico.
É o único da região com a superfície acima da linha de marés durante todo o ano, ficou-lhe a toponímia de cabeço ou cabeça seca. A toponímia bugio pode ser atribuída, entre outras versões, ao francês bougie (vela), devido à semelhança da sua estrutura circular e da primitiva torre encimada por farol, com uma vela acesa sobre o seu castiçal.
A estrutura, considerada modelo de fortificação renascentista, apresenta planta no formato circular, em alvenaria de pedra, formato escolhido por Casale que considerou que este permitia uma melhor direção do fogo da artilharia, ao mesmo tempo em que lhe conferia uma maior solidez para resistir à erosão provocada pelas correntes do rio e força das marés.
É composta por muralha externa com alambor, rasgada por porta em arco de asa de cesto;
muralha interna, formato circular, na qual se inscrevem internamente as dependências de serviço (21 compartimentos). O seu terrapleno é lajeado, com baterias; torre central, formato circular, com porta em arco de asa de cesto. No topo da torre encontra-se instalado um farol moderno.
As dependências de serviço são constituídas pela Casa de Comando, quartéis, paiol, depósitos, cisterna e Capela.

Portugal - Oeiras - Feitoria do Colégio Militar - Real Colégio Militar

Portugal - Oeiras - Porto Recreio de Oeiras

Portugal - Oeiras - Escultura Mergulho da Baleia

A escultura “O Mergulho da Baleia”  é da autoria de Augusto Cid.
Está localizada junto à Praia da Torre, no Passeio Marítimo de Oeiras.

Portugal - Oeiras - Forte de São Julião da Barra